documental_e_memoria_grande.png

 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, no último dia 9 de fevereiro, durante a 324ª Sessão Ordinária do Conselho, a cerimônia de lançamento dos Manuais de Gestão Documental e de Gestão da Memória do Poder Judiciário. Na ocasião, também foi lançado o novo site do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname).

Os Manuais de Gestão Documental e de Gestão da Memória do Poder Judiciário têm o objetivo de orientar as ações de preservação de processos históricos, documentos administrativos e o patrimônio material da história da Justiça brasileiro. As publicações têm como base as diretrizes da Resolução CNJ nº 324/2020, que instituiu um conjunto de diretrizes e normas de gestão de memória e de gestão documental no Judiciário.

Sob a coordenação do Comitê do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), a redação dos instrumentos contou com a colaboração de cerca de 50 profissionais dos diferentes ramos da Justiça e com diversas formações acadêmicas, como história, arquivologia, biblioteconomia, museologia, ciências sociais, comunicação social, arquitetura, direito, administração, entre outras.

Os dois novos instrumentos têm o objetivo de apoiar a preservação de processos históricos, documentos administrativos e o patrimônio material da história da Justiça brasileira.

As publicações traduzem para o nível gerencial e operacional a Resolução CNJ nº 324/2020, que instituiu um conjunto de diretrizes e normas de gestão de memória e de gestão documental no Judiciário. Os manuais foram debatidos pelo Comitê do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), que contou com a redação colaborativa e voluntária de cerca de 50 profissionais dos diferentes ramos da Justiça e com diversas formações acadêmicas, como história, arquivologia, biblioteconomia, museologia, ciências sociais, comunicação social, arquitetura, direito, administração, entre outras.

O evento ocorrerá no Plenário do CNJ, às 14h, antes da 324ª Sessão Ordinária, com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube.

Slide1

 

O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT11), por meio do Centro de Memória (Cemej11), promove a exposição fotográfica “MANAUS OLHA PRA CIMA!”, da fotógrafa amazonense Ana Cláudia Jatahy.

O evento faz parte da programação da 14ª Primavera de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM, que este ano acontece no período de 21 a 27 de setembro, e tem como tema Mundo Digital: Museus em transformação.

A ação tem por objetivo promover os museus brasileiros e unir instituições museológicas, durante uma semana, em torno de atividades para todos os públicos.

Tradicionalmente presencial, neste ano as atividades serão desenvolvidas em ambiente virtual, considerando as restrições impostas pela pandemia causada pela Covid-19.

 

 

Sobre a exposição

A exposição fotográfica “MANAUS OLHA PRA CIMA!” é composta por 27 fotografias que retratam imagens de prédios e monumentos antigos da cidade de Manaus/AM. O objetivo da obra é revelar a beleza de uma cidade repleta de edificações históricas, cuja riqueza cultural reflete na formação da identidade do povo amazonense. A artista pretende, com a obra, chamar a atenção para a necessidade de preservação desse patrimônio histórico como uma herança cultural para as gerações futuras. 

 

A artista

Ana Cláudia Jatahy é formada em Marketing pela Centro Universitário do Norte - Uninorte (2017) e em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica PUC/RJ (1990).

Atuou em diversos veículos de comunicação como o Jornal Daily Post - RJ, Amazonas em Tempo, Jornal do Norte, Jornal O Povo, Correio Amazonense, Jornal A Crítica e Editora Block/Revista Manchete.

Atuou como repórter fotográfica freelance para diversos jornais e revistas de alcance nacional, como Jornal do Brasil, Jornal Folha de São Paulo, Correio Brasiliense, Revista Isto É, Revista Quem, Revista Veja, Revista Caras e Revista Capricho.

Autodidata, Ana Cláudia dedica-se à fotografia há mais de 30 anos, tendo sido a primeira fotojornalista do Amazonas. Sua paixão pela fotografia surgiu na infância, após ganhar uma máquina fotográfica do pai e receber as primeiras orientações da mãe para utilizar o tão cobiçado equipamento.

Desde então, Ana Cláudia vem capturando fragmentos da realidade e contando histórias que revelam o fascínio da natureza amazônica, a beleza do patrimônio histórico e cultural de diversos coletivos sociais, o cotidiano e a singularidade de vultos conhecidos e de pessoas anônimas, dentre outros temas registrados pelas lentes mágicas da sua máquina.

Confira, AQUI, a coleção fotográfica “MANAUS OLHA PRA CIMA!”, de autoria de Ana Cláudia Jatahy.

 

 

 

 dossie covid19

Confira aqui os Atos e notícias relacionadas à atuação da Justiça do Trabalho durante a pandemia da Covid19, bem como a produtividade dos Tribunais do Trabalho no período.

 

card evento

 

Aconteceu nesta sexta-feira (12), às 10 horas uma Live na página do Facebook do Centro de Memória com a participação da Profª. Msc. Dorinethe Bentes com o tema "A importância dos acervos judiciais na pesquisa acadêmica". O evento fez parte das atividades da 4ª Semana Nacional de Arquivo, com o tema: Empoderando a sociedade do conhecimento.

Assista aqui: Live: A importância dos acervos judiciais na pesquisa acadêmica

Dorinethe Bentes é professora da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, lotada na Faculdade de Direito - Departamento de Direito Público.Com experiência na área de Direito e História, atuando principalmente na docência superior, nas modalidades presenciais e a distância experiência nos componentes curriculares de Pesquisa Jurídica, Hermenêutica, Direito do Trabalho, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Metodologia do Ensino Superior, Metodologia no Ensino de História e Direito, Metodologia da pesquisa jurídica, História da Amazônia e História das Relações Internacionais. No campo de pesquisa as temáticas priorizadas são as questões Amazônicas nas áreas de Direito Constitucional, Direito do Trabalho e Questões Indígenas na Amazônia. Em assessoramento a projetos sociais como agente cívico e tecnológico do TRE-AM e o PROFAC - Programa de Formação de Agentes Sociais do TCE-AM.

 

card2

 

O arquivo permanente do Centro de Memória possui um acervo documental de inquestionável valor histórico para acadêmicos, pesquisadores e comunidade em geral. O acervo é destinado à consulta pública e permite ao pesquisador contato com informações do passado, não só do Tribunal, mas dos diversos atores sociais envolvidos no processo, permitindo reconstruir aspectos do cotidiano de uma população, seus meios de produção, as tensões e conflitos que emergiram das relações de trabalho, as visões do mundo em uma determinada época, dentre outros aspectos.

O acervo disponibilizado pelo TRT está disponível a todos que desejam entender as complexas e dinâmicas relações de trabalho, além de proporcionar análises variadas sobre aspectos econômicos, políticos e sociais em diferentes momentos e contextos históricos. É um material valioso para estudos em diversas áreas do conhecimento e, em especial, em ciências humanas e sociais.

Confira, a seguir, algumas produções acadêmicas que utilizaram o acervo documental do Centro de Memória como fonte de pesquisa:

 

Paulo Sérgio Cordeiro Carneiro Júnior e Dorinethe dos Santos Bentes: “Os negócios jurídicos processuais e a Justiça do Trabalho: os acordos coletivos de trabalho como instrumento de equilíbrio processual”.

 

Marco Aurélio Pantoja Júnior e Dorinethe dos Santos Bentes: “Resgate da memória dos documentos dos processos trabalhistas do município de Presidente Figueiredo, Estado do Amazonas, nos anos de 1994 a 2000”.

 

Charles Máximo Ferreira Brito, Renata Nonata da Silva Cândido e Dorinethe dos Santos Bentes: “Resgate da memória dos documentos dos processos trabalhistas do município de Tabatinga, Estado do Amazonas, nos anos de 1989 a 2002”.

 

Aline Vasques Castro, Gabrielle Gonçalves de Souza e Dorinethe dos Santos Bentes: “Resgate da memória dos documentos dos processos trabalhistas do município de Manacapuru, Estado do Amazonas, entre 1998 a 2007”.

 

Carlos Virgílio Duarte de Oliveira e Dorinethe dos Santos Bentes: “Resgate da memória dos documentos dos processos trabalhistas do município de Itacoatiara, Estado do Amazonas, na década de 80”.

 

Isabel Cristina Saboia Varão: “O arquivo judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região: um potencial a ser explorado”.

 

Avelino Pedro Nunes Bentes da Silva: “História, Memória e Justiça: luta por direitos, processos trabalhistas e perspectivas de resistência dos trabalhadores na Junta de Conciliação e Julgamento de Itacoatiara (1979/1980)”.

 

 

Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Powered by Amazing-Templates.com 2014 - All Rights Reserved.