MEMOJUTRA discute uma política nacional de arquivos para a JT

O Fórum Nacional Permanente em Defesa da Memória da Justiça do Trabalho - MEMOJUTRA, grupo formado por magistrados e servidores, realizará sua primeira reunião do corrente exercício por ocasião do Seminário “Política Nacional de Arquivos para Justiça do Trabalho: diretrizes para elaboração do planejamento na gestão de documentos e arranjo e descrição de acervo permanente”, promovido pelo TRT16, Estado do Maranhão.

Período: 23 e 24/3/2016

Organização: Tribunal Regional do Trabalho - 16ª Região

Local: Auditório do Ary Rocha e Escola Judicial - TRT- 16ª Região

Veja a programação do evento.

No período de 15 a 21 de maio deste ano, o Instituto Brasileiro de Museus realiza a 15ª Semana Nacional de Museus, evento que reúne instituições públicas e privadas e estimula a sociedade civil a conhecer seu rico patrimônio cultural. Este ano, o tema da SNM será Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus. O  Centro de Memória da Justiça do Trabalho da 11ª Região - CEMEJ11 participará do evento com vários projetos.

O cinema como linguagem do olhar é um dos projetos a serem executados com o objetivo de exibir filmes relacionados ao mundo do trabalho, realizando debates que estimulem a reflexão sobre a diversidade desse universo que envolve a maioria da sociedade.

A historiadora Alba Barbosa Pessoa, doutoranda da Universidade Federal do Pará - UFPA, conduzirá um diálogo sobre O ensino de História e os silêncios dos museus com acadêmicos finalistas dos diversos cursos de História da cidade.

Outros projetos e a programação completa do evento serão oportunamente divulgados neste site.

15ª SNM

[caption id="attachment_5134" align="aligncenter" width="235"]draeleonora Desdora. ELEONORA SAUNIER GONÇALVES
Presidente de TRT11 Biênio 2017-2018[/caption]

Natural da cidade de Parintins, no Amazonas. Graduada em Direto pela Universidade Federal do Amazonas, em 8 de agosto de 1980 e pós-graduada em Direito do Trabalho e Previdenciário em 2003, pelo Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas - CIESA. Em 10 de outubro de 1984, aos 26 anos de idade, foi empossada juíza substituta no Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região. Sendo designada por diversas vezes para presidir as então Juntas de Conciliação e Julgamento (JCJ) de Manaus, Parintins, Itacoatiara e Porto Velho/RO, esta última ainda sob a jurisdição da 11ª Região. Em 3 de agosto de 1987 foi promovida, por antiguidade, para exercer o cargo de Presidente da JCJ de Itacoatiara. Removida, por permuta, a pedido, em 7 de janeiro de 1988, da Presidência da JCJ de Itacoatiara para a JCJ de Parintins.


Em 9 de maio de 1994 foi removida, a pedido, para a Presidência da 11ª JCJ de Manaus e, posteriormente, designada para a 4ª JCJ de Manaus. Nesse período foi inúmeras vezes convocada para compor o Tribunal Pleno. Em 9 de fevereiro de 2000, assumiu a presidência da Vara do Trabalho de Parintins, onde permaneceu até ser promovida ao cargo de Desembargador do Trabalho, pelo critério de merecimento, em março de 2010. Em 10 de outubro de 2012 foi eleita a primeira Corregedora do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, biênio 2012/2014. Integrou a 1ª Turma deste Regional, biênio 2014/2016. Em 14 de setembro do corrente ano, em sessão administrativa do Tribunal Pleno, foi eleita por unanimidade, presidente do TRT da 11ª Região, biênio 2016/2018.



 

Ontem, dia 15/10/2014, das 18h30 às 21h30, o Centro de Memória da Justiça do Trabalho da 11ª Região iniciou mais uma ação de divulgação do acervo histórico composto por processos judiciais trabalhistas do período de 1973 a 2008.

Trata-se da Oficina O processo judicial como fonte histórica que dessa vez está sendo oferecida para acadêmicos do 6º e 8º períodos do Curso de História noturno da Universidade Federal do Amazonas, na disciplina Amazônia II, ministrada pela Profª Dra. Patrícia Sampaio. A Oficina será oferecida no período de 22 a 29/10/2014.

A Oficina O processo judicial como fonte histórica tem como objetivo divulgar o rico potencial do processo judicial trabalhista como fonte histórica para pesquisadores da área de História. É uma ação de sensibilização e formação de usuários especializados e interessados na temática do trabalho.

Promover a formação de pesquisadores de História do Trabalho é um importante instrumento de valorização do acervo histórico da Justiça do Trabalho e estimula a produção do conhecimento sobre as diversas temáticas que o processo judicial trabalhista viabiliza como fonte.

A Oficina é realizada periodicamente pelo CEMEJ11 e já foi oferecida para 04 turmas (incluindo esta) do Curso de História da Universidade Federal do Amazonas (2012, 2013 e 2014) e para 02 turmas do Curso de História do Centro Universitário do Norte – UNINORTE (2013).

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Hoje, dia 13/10/2014, o CEMEJ11 realizou a abertura da Exposição HISTÓRIA E MEMÓRIA DOS EMBARCADOS, da acadêmica Priscila Diógenes, que ficará aberta à visitação pública gratuita no período de 13/10 a 14/11/2014.

A atividade está sendo realizada em parceria com o Laboratório de História Oral, do Curso de História da UFAM, coordenado pela Profª Dra. Patrícia Silva.

As imagens e vídeos expostos fazem parte do Relatório Final do projeto PIBIC intitulado Estradas fluviais, as idas e vindas de esperanças dentro de um barco: história e memória de trabalhadores embarcados – Manaus 1994-2014 de Priscila Diógenes, acadêmica do 6º período do Curso de História da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. As fotografias e os vídeos são de autoria do acadêmico de Filosofia, Bruno Victor Pacífico, que acompanhou Priscila Diógenes nas entrevistas e na viagem ao município de Tefé.

Nas imagens expostas, visualiza-se a atividade dos embarcados, categoria pouco conhecida da sociedade local por se confundir com os estivadores e carregadores do Porto.

Mais de 45% dos municípios amazonenses são acessíveis apenas por barco e mesmo onde há alternativa do transporte aéreo, cujos custos são altos na Amazônia, acaba-se por utilizar o barco como transporte preferencial para o trânsito de pessoas e mercadorias.

Assim, o trabalho dos embarcados é fundamental para o abastecimento do Estado. Para eles, a afirmativa de Leandro Tocantins adquire concretude: o rio comanda parte de suas vidas.

Em seu discurso, a Desembargadora Valdenyra Thomé, Diretora do CEMEJ11, destacou que:

As estradas da Amazônia são os rios. Parte considerável dos municípios amazonenses é acessível apenas pelos rios. Diariamente, nos diversos portos destes municípios, incluindo-se Manaus, trabalhadores embarcados desenvolvem atividades essenciais ao abastecimento do Estado. As imagens aqui expostas revelam esse dia-a-dia.

Esta exposição receberá a visita de estudantes do Ensino Fundamental e Médio que terão a oportunidade de conhecer a atividade e as condições de trabalho dos embarcados. O conhecimento desta realidade é fundamental para promovermos a valorização desse trabalhador e expandir a percepção sobre a cultura local e suas especialíssimas atividades laborais.

 

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